Diário de Bordo: Vancouver

Depois de ter feito este post (enorme, by the way) e ter perdido por conta da internet lenta do albergue, vou salvar este a cada 2 frases. Se ele se auto-destruir novamente, fica sem post. Para ajudar na memória do que aconteceu em cada dia vou usar as fotos e o FB. Como eu não coloquei tudo no FB e nem tirei fotos de tudo, algumas coisas vão ficar perdidas do tempo.

O primeiro dia em Vancouver começou com… a mudança para o outro albergue. Como chegamos tarde e fomos para um albergue diferente do nosso original, tivemos que mudar logo cedo. Mas já que o assunto é albergue, vamos lá. O que nós ficamos foi o C & N Backpackers, 927 Main Street (são dois na Main Street). Os funcionários lá até que são legais, mas o lugar não é lá essas coisas na questão de limpeza. A localização até que era boa, muito perto de metrô e da estação de ônibus. Ele também era perto do Science World, nosso primeiro destino.

O Science World é uma espécie de museu de ciência que conta com algumas atividades prática e muitas exibições. Elas variam de corpo humanos até conceitos de física e conservação. O domo do museu é o OmniMAX onde vimos o “To The Arctic”. O filme até que é bem bonitinho e legal, segue a descrição que está no site: Voyage to the top of the world, where a mama polar bear and her seven-month-old cubs navigate the Arctic wilderness they call home. Director Greg MacGillivray’s captivating, adventurous and intimate footage gets you up close and personal with the polar bear family’s struggle to survive in an environment of melting ice, gigantic glaciers, spectacular waterfalls, and majestic snowy peaks.

De lá demos uma passeada pela região e foi assim que descobrimos a existência do Cirque du Soleil na cidade. Alias, já havíamos visto as tendas mas parecia ser um circo normal a princípio. Mais tarde, quando a bilheteria abriu, conseguimos os nossos ingressos para o dia seguinte. O show é o Amaluna e o único show que eu havia visto antes era o La Nouba, em Orlando. Como o La Nouba é um show fixo achei a estrutura, naturalmente, melhor. No entanto, o Amaluna não perdeu em nada quanto ao show. A primeira metade achei um pouco meio mais ou menos, depois a segunda já compensou.

Bom, voltando ao começo do dia do Cirque du Soleil por que eu pulei ele né. Foi a nossa primeira tentativa de ir ao Cloud 9 para ver a cidade de cima. O restaurante é fora da realidade de um estudante, mas eles possuem um lounge que não paga nada para entrar. O problema foi que nós fomos pela manhã (em retrospectiva, foi uma idéia ruim mesmo) e o lounge só abria 17h. Saindo de lá, fui para o Museum of Anthropology da UBC. O museu é super completo e para quem gosta do assunto, pode ficar tranquilamente o dia inteiro lá. O que achei mais interessante foram os totens e esculturas feitas pelos índios lá do Canadá. Depois do museu deu umas voltas for Downtown e acho que é só isso que aconteceu.

No dia seguinte, fomos no Vancouver Aquarium. Sou uma pessoa super suspeita para falar já que eu adoro coisas com animais mas o aquário é bem legal e completo, inclusive com shows de golfinhos e afins. Eles também possuem atividades de conservação ambiental o que é importante. Por todo a fama que tem esse aquário, eu me “decepcionei” (na verdade não, mas esperava que seria mais), já que considerei o Baltimore Aquarium melhor. Na verdade, achei  o de Baltimore o melhor aquário que eu já fui até hoje.

Neste dia a noite resolvemos encontrar o Gabriel, um amigo do PET de longa data. Conheci ele no ENAPET de Natal e aproveito a deixa para fazer propaganda para o pessoal. Entrem no PET. Entrem no PETPET (Programa de Educação Tutorial) é um programa do governo que dá bolsas para alunos de universidades (em geral públicas, mas existe em privadas também). Entrem milhões de benefícios ele te permite conhecer pessoas super legais, como o Gabriel. Enfim… Encontramos ele no Metrotown que é o maior shopping da região. Dia 23 cedo, eu queria ir na Topshop e assim o fiz. Depois, fui para o VanDusen Botanical Garden onde encontrei o Vitor e o Eduardo. Naturalmente estava chovendo mas isso não me impediu de aproveitar o jardim e entrar no labirinto feito de árvores (tipo de filme mesmo). Claro que não foi a idéia mais genial do mundo, mas melhor que não aproveitar uma vez que Vancouver chove todo dia, toda hora. Eu também não lembro exatamente o que fizemos depois, provavelmente nada de interessante. A noite sim, foi interessante. Fomos para o Boteco Brasil, um restaurante/bar brasileiro em Vancouver. O local estava lotado mas falamos com a dona que poderíamos comer mesmo do lado de fora pois a vontade de comer aquela picanha (no meu caso) falava mais forte. Ela, com dó, deu um jeitinho brasileiro e achou uma mesa para nós (mesmo com outras pessoas na frente na fila de espera). Ah, neste dia o Gabriel também foi e desta vez levou o amigo dele Patrick, um canadense gente boa que ainda deu uma carona para gente no final da noite.

Havia prometido que passa no local em que os dois são voluntários, uma igreja que serve pessoas carentes na Hastings. Para que não sabe e/ou nunca foi em Vancouver, a Hastings é uma rua (na verdade, uma parte da Hastings isso) em que os drogados podem ficar livremente com a condição que eles não façam nada a ninguém. Caso tenha qualquer incidente, a polícia volta atrás no “trato”. Enfim, o Gabriel e o Patrick são voluntários lá e como a rua era perto do jardim chinês, prometi que passava lá. O local até que é super tranquilo, ou talvez todos os drogados estivessem lanchando naquele momento, sei lá. Até pessoas que não são pobres iam para lá pegar comida de graça.

Depois encontrei os meninos na frente do jardim chinês já que eles, sei lá por que, não quiseram entrar na igreja. No final, o jardim estava fechado e fomos passear em um parque próximo. Seguimos caminho para outro parque, desta vez perto da churrascaria Rio onde combinamos de novamente encontrar o Gabriel e o Patrick. O serviço lá não foi dos melhores mas a garçonete explicou que eles não esperavam tanto movimento na véspera de Natal. No horário do almoço o rodízio sai por cerca de CAD$15, um preço razoável. Claro, não tinha tanta carne mas no geral estava bom.

Saindo de lá fomos para Gastown, a parte antiga de Vancouver. Também achei bem interessante. Lá tem um relógio antigo a vapor que fica no meio da rua e o ambiente em geral tem um “feeling”antigo. Também fomos no Canada Place. Tentamos mais uma vez ir no Cloud 9, desta vez para descobrir que o lounge fecha na época do Natal para dar lugar para o restaurante.

Bom, acho que de mais interessante foi isso que aconteceu. Talvez tenha mais, depois eu vou lembrando e colocando. A próxima parada (que na verdade está quase acabando) é San Francisco.

Para ver mais fotos clique aqui.

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2 comentários sobre “Diário de Bordo: Vancouver

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